A rede inteira em um painel: o que uma secretaria de saúde ganha com o CNES como base
Como uma secretaria municipal ou estadual de saúde pode reunir unidades próprias e prestadores contratados em uma só plataforma, a partir do …

Em muitas secretarias de saúde, a visão da rede chega por planilha. Cada unidade manda a sua, em um formato diferente, com dias de atraso. A produção SUS é fechada em um sistema, o estoque em outro, a escala em um terceiro. Quando alguém pergunta quantos atendimentos a rede fez no mês, ou onde está faltando insumo, a resposta depende de quem consolidou o quê.
O problema não é falta de dados. É que eles nascem em lugares que não conversam entre si.
O CNES como ponto de partida
Toda unidade de saúde do país já está no CNES, o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, com suas habilitações e equipes. São cerca de 500 mil estabelecimentos, cerca de 131 mil vinculados ao SUS.
No Aente, a secretaria mapeia todos os estabelecimentos do município ou do estado a partir do CNES e reúne, em uma só plataforma, as unidades públicas e os prestadores privados contratados. Os profissionais vêm da lista do CNES, com CNS e CBO já preenchidos. Ninguém redigita o que o governo já tem.
Não há limite de unidades. A mesma conta serve para uma clínica ou para toda a rede de um estado, e cada unidade mantém as suas regras.
Produção SUS conferida antes do envio
Cada atendimento finalizado é conferido com as regras do SIGTAP: ocupação do profissional, idade e sexo do paciente, quantidade e CID. As pendências vão para uma fila de revisão, e o atendimento nunca é bloqueado.
A partir dos atendimentos prontos, o Aente gera o BPA mensal por CNES no layout DATASUS e monta o documento do Conjunto Mínimo de Dados (CMD) para cada atendimento, no padrão da RNDS. O envio à RNDS é ativado na implantação: depois que a unidade faz o credenciamento, a nossa equipe conclui a configuração, um processo que pode levar de 7 a 10 dias úteis.
Um painel para quem gere a rede
Os dados de cada atendimento viram indicadores, sem planilhas paralelas:
- Atendimentos e produção de cada unidade ou da rede inteira.
- Insumos, com cada lote ligado ao atendimento em que foi usado e transferência entre unidades, com registro.
- Equipes e escalas, com perfis de acesso por função e por unidade.
Em uma crise sanitária, o gestor vê onde faltam testes, insumos ou profissionais e pode redirecionar recursos para onde são necessários.
Controle e rastreabilidade
Recursos públicos exigem prestação de contas. No Aente:
- Cada alteração fica registrada em uma trilha de auditoria à prova de adulteração.
- Compras seguem alçadas definidas pela secretaria, por unidade, valor ou tipo de item, com aprovações em vários níveis.
- Cada profissional vê apenas o que precisa, nas unidades em que atua, como pede a LGPD.
- Os fluxos de trabalho de cada serviço são montados e ajustados pela própria equipe de gestão, sem programação.
Para unidades com internet instável, existe a opção de operação local, orçada caso a caso.
Como funciona a contratação
Para municípios e estados, a proposta é feita pelo porte da rede, separada nos itens que o edital pede: licença, implantação, treinamento, suporte e horas técnicas. Isso facilita a pesquisa de preços e a licitação.
A conversa começa pelo que mais pesa hoje na sua rede. Não é preciso trocar todos os sistemas de uma vez: a nossa equipe mapeia as suas unidades a partir do CNES e monta o plano de implantação com você.
Quer ver como a sua rede ficaria no Aente? Fale com nossa equipe de governo. Um especialista responde em até 24 horas.
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